Justiça determina liberação de valores a empregados da WR

Uma notícia boa chegou para os 54 trabalhadores ex-empregados da empresa WR Pré Moldados, situada na cidade de Nova Trento, e que haviam sido pegos de surpresa com o fechamento das portas da mesma no início do mês. Esta semana, ações impetradas pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brusque e região (Sintricomb), que os representa, conseguiu a liberação de valores para auxiliar o grupo.

As ações forma movidas pela assessoria jurídica do sindicato e obtiveram sucesso junto à Justiça do Trabalho. Começaram a ser liberados valores referentes ao Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) e seguro desemprego. “Conforme vão sendo individualizadas as ações, a juíza vai concedendo a liminar que dá direito ao trabalhador a entrar com pedido de seguro-desemprego e receber o FGTS que estiver depositado. No mais, continuamos com os bens da empresa bloqueados”, explica o presidente do Sintricomb, Izaias Otaviano.

O montante total da dívida da empresa com os trabalhadores ainda está em fase de levantamento pela assessoria jurídica do Sintricomb. Otaviano comenta que os que entraram com ações com os advogados da entidade têm obtido sucesso, mas que os que preferem ingressar de forma particular também o podem fazer. “O trabalhador tem esse direito. O sindicato por ser a entidade que representa a categoria dá esse encaminhamento”.

Situação demonstra importância do papel dos sindicatos

O presidente do Sintricomb chama atenção para a importância do trabalho desenvolvido pelas entidades representativas. Isso porque nem todos os ex empregados da WR são associados do sindicato, mas possuem representação nas ações da mesma forma.

“Não tivesse sindicato, a coisa seria dez vezes pior. Nesse caso da WR, não fosse o trabalho do sindicato profissional nãos e tinha conseguido uma liminar que bloqueasse todos os bens, seja de quem tiver envolvido na empresa”, pontua ele.

Ele lamenta muitas críticas feitas ao trabalho das entidades representativas do movimento trabalhista, inclusive pelos próprios trabalhadores. Par Otaviano, há entidade se entidades e é preciso separar as boas das ruins. “Não fosse o sindicato organizado agora seriam 54 pais de famílias a ver navios, sem ter nada, nem FGTS, seguro desemprego, com uma mão na frente e outra atrás”, finaliza Otaviano.

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